Por Daniela Maciel
NEGÓCIOS
Crédito: Divulgação Nanofood
Crédito: Adobe Stock
A NanoFood, spin-off da UFSJ, iniciou a produção de um revestimento com nanotecnologia em parceria com a UFV, focando em biopolímeros biodegradáveis para preservar frutas pós-colheita.
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A inovação permite prolongar a vida útil de frutas com uma camada externa comestível e sustentável.
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Licenciada com exclusividade pela NanoFood, a tecnologia permite que a fruta dure mais de 15 dias, comparado à fruta sem o produto, que começa a estragar em apenas cinco dias aproximadamente.
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De acordo com o CEO da NanoFood, Davyston Carvalho Pedersoli, a nova tecnologia vai permitir que o Brasil exporte um maior volume de frutas e diminua o desperdício interno.
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A nanotecnologia na proteção das frutas é uma alternativa à cera de carnaúba, importada e, em alguns casos, não recomendada devido ao risco de contaminação.
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Hoje a NanoFood tem duas linhas de produtos: uma linha orgânica e uma não orgânica. E testes já estão sendo feitos para a aplicação em leguminosas e verduras.
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